segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
PCR e serviço público profissionalizado
Aleluia! Serviço público a caminho - sem volta, espero - da profissionalização.
Quem já trabalhou na iniciativa privada, pelo menos as que funcionam, sabe que
todos os passos são vigiados, quer dizer, monitorados.
Todos prestam contas a todos ou às instâncias superiores.
Quando trabalhei em cargo executivo, pela última vez em um jornal da cidade
do Recife, fazia relatórios diários sobre o que havia acontecido durante
meu turno, que eram submetidos às editorias no dia seguinte.
Esses relatórios também monitoravam o próprio desempenho das
editorias através da qualidade geral das páginas dos respectivos
cadernos. Era normal e era seguro.
Você teria que mostrar diariamente a que veio
e porque estava sendo pago.
Além disso, o relatório era uma contribuição
indicativa do que andava bem e do que poderia melhorar,
além de dar uma sensação de pertencimento e de eficiência, esta,
relativa às respostas de seu superior imediato.
Deve-se, enfim, remunerar bem e cobrar resultados.
É assim no futebol, deve ser assim num relatório de pesquisa, no hospital,
nos negócios em geral, nas universidades... No mundo.
As pessoas assumem responsabilidades e estas não devem
ficar por conta do bode, senão, o serviço dá bode mesmo.
domingo, 6 de janeiro de 2013
Inauguração, faxina e cacarejo
Geraldo Júlio, no primeiro dia de trabalho, levou secretários e uma trupe
de servidores para ver o terreno e assumir compromisso e prazo com o Hospital da Mulher.
Acho que vi uns dois ônibus chegando e levando o pessoal de volta pra sede, pela TV.
Vi críticas nos jornais de que o ato foi espalhafatoso e desnecessário.
Aí me lembei da gestão de João da Costa: ou ele não fez e ficou
com a avaliação lá em baixo; ou botou os ovos e não cacarejou, deixando
os cidadãos com a impressão da inoperância.
Acontece que Geraldo ou seus assessores também lembraram disso e
partiram para o cacarejo, isto é, botaram a boca no trombone.
Agora é assim, fico sabendo até pelo twitter se os caras estão em reunião. Aliás,
agora a pouco, no domingo a tarde, li que tava tudo reunido após
vistoriar uma faxina no Recife Antigo.
É trabalho, trabalho e trabalho. E muito cacarejo
que ninguém é mais besta.
Noel e o material escolar
Nunca parei para analisar se o material escolar é assim mesmo tão caro.
Só sei que depois das festas de confraternização, natal e fim de ano, com
todo um consumo de roupas, sapatos, bebidas e outros badulaques,
comprar material escolar ou uma caixa de fósforo fica extremamente
caaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaro.
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
Táxi, êi, táxi, alô, táxi, merda!
De vez em quando faço duas opções de formatos de charge para
a Folha de Pernambuco, principalmente quando tenho que sair (do computador)
mais cedo. Hoje - 03/01/2013 foi publicada a versão vertical.
Foi assim novamente no final do ano e, provavelmente, o será no carnaval.
Não sei se há uma lei obrigando o taxista a circular tarde da noite em
eventos assim. Mas sei que há uma lei que me prende e me cobra uma
multa da porra se eu beber moderadamente e for dirigir.
Passei o reveilon em casa com minha mulher e minhas filhas.
Depois chegaram dois irmãos. Paz, vinho, boa conversa, afetos.
Mas não quero passar o carnaval em casa. Não quero paz, quero frevo,
zuada, cana, dança e beijos, muitos beijos com o corpo cheio de suor
de tanto pular - No Amantes de Glória é todinho assim, só pra começar.
Mas não gostaria de voltar pra casa a pé. Até já peguei ônibus,
mas foi um sufoco. Espero que haja um planejamento a altura
do nosso Carnaval desse ano, que será no dia 12, seis dias
após eu fazer 60 anos e já ter direito a vaga na garagem.
Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.
Geraldo e a bomba de flit
Fui à posse, vi matérias e entrevistas na TV, além de prestar atenção nas fotos pelas
mídias: algumas vezes tive a impressão de que Geraldo Júlio acabara de ganhar a mega-sena!
Ou que estava participando de uma festa de formatura e por aí vai.
Na verdade, acabou de colocar as mãos na massa, junto com sua equipe,
de um problema do tamanho da cidade do Recife. Problemas?
Sabe quando sua casa está cheia de formigas e começa a aparecer
baratas e outros bichos estranhos? Aí chega o cara da dedetização com
aquelas pastinhas milagrosas para resolver tudo. É assim que
vejo Geraldo: como via minha mãe, quando era pequeno, com uma
bombinha de flit, dando borrifadas nos quartos para a gente dormir bem.
Que os deuses estejam certos e que a cidade durma melhor
nos próximos quatro anos. Vale!
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